Criança mimada - O vice-prefeito, Volnei Rocha, não esconde suas intenções de desvincular-se de Brambila nestas eleições. Seu histórico sugere uma natureza volúvel, tornando difícil confiar em sua lealdade. Entretanto, encontrar um espaço político para suas ambições parece uma tarefa árdua, pois enfrenta o desafio de ser como uma criança mimada e desprezada. A incerteza persiste sobre sua permanência na base do prefeito ou sua para o grupo liderado pelo Podemos, de Geraldo.
Eis a questão - A incógnita estende-se à vereadora Edilane
(UB), irmã de Volnei. É um dilema entre seguir os passos do irmão ou perseguir
sua própria trajetória política. Edilane nutre o sonho de ser prefeita de
Maracajá, mas compreende a importância de aguardar o momento oportuno. Indícios
apontam que optará pela reeleição como vereadora neste ano, planejando almejar
uma cadeira na ALESC em 2026 e, posteriormente, lançar sua candidatura para
prefeita de Maracajá em 2028.
Esparramado - O PT está em processo de articulação para
apresentar uma lista de candidatos a vereador. Embora mantenha uma estrutura
orgânica, a persuasão do presidente Everaldinho para engajar os filiados em uma
causa local mostra-se desafiadora. Mesmo com o apoio do ex-prefeito de
Maracajá, Arlindo Rocha (Lale), que se filiou ao PT e concorre à prefeitura na
cidade vizinha com endosso de Lula, a falta de reuniões no PT de Maracajá desde
2016 revela a necessidade de união dentro do partido.
Hora da verdade - O PDT, até o momento, encontra-se em um
estado de esvaziamento. No entanto, fontes próximas ao vereador Matias indicam
que o partido persistirá e planeja aliar-se ao PT. "Matias afirma ter
trunfos na manga", revelou uma fonte. O desempenho de Matias como líder
será revelado até o encerramento da janela partidária em 05/04. Até o momento,
para aqueles que investiram em seu projeto em 2020, Matias tem sido uma
decepção.
Dono da batuta - Geraldo Leandro, do PODEMOS, emerge como o
principal articulador da oposição ao atual prefeito. Ele conseguiu atrair
diversas lideranças para seu partido, incluindo o presidente da câmara Alex
Cichella e o empresário Daniel Batista. Do grupo liderado por Geraldo, há a
possibilidade de surgir uma chapa de terceira via para a prefeitura. Nomes como
Geraldo, Daniel e Alex Cichella estão sendo cogitados para liderar essa chapa.
O atual vice-prefeito Volnei Rocha e José Matias estão flertando com esse
grupo.
Trocando as meias - O relacionamento do PP e do MDB (Pé
Branco e Pé Vermelho) com o grupo de terceira via, liderado por Geraldo,
permanece indefinido. A oposição está desesperada para derrotar Brambila a
qualquer custo, mas enquanto conquista aliados de um lado, os perde de outro. A
credibilidade desses partidos com seus militantes está em xeque, considerando
sua história de rivalidade e a dificuldade em unir-se em torno de uma única
candidatura.
Trocando a camisa - O presidente da câmara, Alex Cichella,
recentemente mudou-se para o Podemos, esclarecendo sua estratégia política.
Anteriormente no PSD, mesmo partido do prefeito, sua mudança para o Podemos
revela uma inclinação para a oposição. Sua declaração durante a sessão da
câmara em 18/03, indicando que não estará lá no próximo ano, sugere sua
intenção de concorrer à prefeitura este ano.
Situação - O PSD mantém sua posição e planeja apoiar a
reeleição de Brambila, com o respaldo do UB e do PL. Além disso, conta com o
apoio de uma parcela de eleitores do PP, PT e MDB. Embora se cogite uma
possível traição do UB, dada a complexidade das relações entre os partidos a
nível municipal, regional e estadual, parece pouco provável.

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