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| Foto Ilustrativa - ASCOM/PMM |
(Assessoria)
Dezenas
de estudantes das redes públicas de Maracajá não poderão participar do projeto
“Anjos de Futsal”, iniciativa esportiva e social premiada e reconhecida
nacionalmente. A Câmara de Vereadores de Maracajá rejeitou, em sessão virtual
realizada nesta semana, projeto de lei que requeria autorização do legislativo
para firmar convênio que possibilitaria a participação de maracajaenses na
iniciativa, que, praticamente, não tem custos ao município.
O site
oficial do projeto (anjosdofutsal.com.br) informa que o “Anjos do Futsal,
idealizado pela Anjo Tintas, foi implementado em abril de 2001. Atualmente
conta com 1.260 garotos envolvidos participando em 26 núcleos em 21
municípios”. Os principais objetivos são “afastar crianças e adolescentes da
violência e das drogas, ensinar as técnicas do futebol de salão, incentivar a
prática desse esporte e colaborar na formação dos cidadãos”.
Conforme o
diretor do Departamento Municipal de Esportes de Maracajá, Bruno Pereira, o
convênio permitiria a participação do município no “Festival Anjo de Futsal” e
no Campeonato Regional de Núcleos, promovido anualmente pelo projeto, entre os
municípios participantes. “Teríamos, gratuitamente, uniformes e materiais
esportivos do projeto e nossa participação seria com o professor, que é o mesmo
já contratado para nossas escolinhas”, explica Bruno.
“Além disso
existem capacitações e troca de experiências com os demais professores dos
municípios envolvidos em questões relacionadas às técnicas da prática do futsal
e da pedagogia empregada no desenvolvimento do projeto”, acrescenta o diretor
de Esportes. A informação, ainda, extra oficial, é de que vereadores se
queixaram da falta de informações e consideraram que o projeto traria despesas
financeiras impróprias para o momento.
Conforme Bruno
Pereira, a falta de informações sobre o projeto poderia ter sido suprida com um
simples telefonema para ele, conhecido de todos os vereadores. “Poderíamos ter
tirado todas as dúvidas e temos certeza que a matéria seria aprovada por
unanimidade, pois é um projeto consagrado e, sobretudo, sem custos para o
município”, acrescentou o diretor. Como foi rejeitado pelo plenário, o projeto
de lei somente pode voltar ao legislativo no próximo ano, ou por iniciativa de
seis vereadores.

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